segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

#ImagineMarota #APrimeiraNamorada #Capítolo1

Meu nome é seunome tenho 29 anos sou natural do RJ e já viajei o mundo como modelo fotografia
 Hoje trabalho como jornalista e biografa e curso a faculdade de historia, pode parecer estranho pois vivi em mundos completamente diferentes mas eu devia isto aminha mãe, eu precisa ter realizado o sonho dela por isso adiei os meus, mas em todo caso não tão ruim assim a vida de modelo dela eu trouxe grandes amigas... estas são Julia e Claudia hj elas tbm não são mais modelos a Claudia é dona de uma grife em Milão e a Ju é produtora de eventos aqui no RJ.

Há seis anos eu parei com avida de modelo, voltei ao Brasil cursei faculdade jornalismo, em Salvador, e me dediquei ao sonho de ser biografa, agora estou de volta ao RJ vim para lançar o meu livro “Não tive tempo para sentir medo”- Carlos Mariguela, e se tudo sair como o planejo pretendo transferir minha matricula do curso de historia e ficar de vez no RJ, pois o que eu mais quero no momento é reencontrar uma antiga paixão...
Bom mais agora eu vou resumidamente tentar contar minha história
Há 30 anos atraz a (nome de sua mãe), na época com 17 anos, era uma das modelos mais promissoras do RJ

Ela estava no auge da carreira era só mais um passo e o mundo a conheceria.
No segundo semestre de 1983 ela conheceu o Walter ( esta é a única foto que ela guardou dele)
Bom eles tiveram um breve relacionamento e eu sou fruto desta relação...
Quando soube que ela estava gravida o Walter deu no pé, sumiu do mapa, mas ele não foi o único a abandona-la, os tempos eram difíceis minha mãe fazia parte de uma família tradicional, o pai dela era militar, ninguém exceto a minha avó aceitou a nova condição dela. Até hoje não conheço a família da minha mãe.
Minha avó deixou tudo pra traz e saiu de casa com aminha mãe, esta foi a maior prova de amor que alguém pode receber e foi este amor que minha avó sempre dedicou a minha mãe que fez com que ela tivesse forças pra mudar de vida e não desistir de mim.
Com a gravidez da minha mãe elas se mudaram da zona sul pro subúrbio, a mãe deixou de ser modelo e a vó foi trabalhar como cozinheira em casa de família, foi uma gestação difícil quase não sobrevivemos.
Eu nasci numa sexta feira de outubro de 1984, prematura nem tinha completado 7 meses ainda. Nasci tão fraquinha que minha avó sempre me falava que eu parecia com um ratinho rsrsr. O parto foi complicado minha mãe acabou ficando 20 dias internada e eu 5 meses sendo que 3 meses entre a vida e a morte. Com tanta complicação a mãe não saia do meu lado e sendo assim só a minha avó trabalhava e consequentemente as contas aumentavam nos atolamos em dívidas. Quando saí do hospital a mãe teve que me jogar na creche  ela passou a trabalhar como diarista em varias casa ela e a vovó davam um duro danado. Quando eu tinha 6 anos a vovó se casou com o seu Julio, pra mim vô Julio, e assim com 3 pessoas trabalhando a coisa foi ficando menos apertada financeiramente. Mas apesar de todoo aperto tive uma infância ótima as mulheres da minha vida sempre foram mega presentes a mãe sempre dava um tempo pra me curtir
No final de 1991 a vovó se aposentou e assim não precisei mais ser jogada da escola p/ casa da tia Cris, nossa vizinha que toma conta de mim e de mais 3 filhos dela, eu amava brincar com os meninos Junior, Fabricio e Alice
Quando eu tinha 9 anos em 1992 a tia Cris foi morar no interior do Paraná acabei perdendo o contato com as crianças.
Minha vida mudou de vez eu já não tinha mais amigos na minha rua e na escola tbm não pois eu estava sempre com os filhos da tia Cris e sempre fui muito tímida era dificil fazer amizade.
Após a tia Cris se mudar veio morar na casa dela uma outra família e logo a minha avó fez amizade com o pessoal da casa ao lado, a senhora que morava ali tinha um filho e não demorou muito pra minha vó me obrigar a bater na casa do lado e chamar o mlk pra brincar, eu não queria mas minha vó me obrigou, então em enchi de coragem fiz pensamento positivo e sai de casa, fiquei uns minutinhos na frente da casa parada pensando que todos os meninos da rua nunca me deixavam jogar bola com eles só pq sou menina, bando de machistas e pernas de pau sempre joguei bola bem melhor q muito marmanjo, bom vamos nos ater aos fatos.
Bem me enchi de coragem bati na porta dele, gaguejei um pucado pra fazer o convite e pra minha surpresa ele topou na hora e não se importou com o fato de jogar bola com uma menina.
Passamos a brincar todos os dias juntos mas os dois eram muito tímidos e não falávamos quase nada eu só fui descobrir o nome dele quando começou o ano letivo.

PARO OU CONTINUO?
JÁ SABEM QUAL SERA O MAROTO DESTE IMAGINE? FAÇAM SUAS APOSTAS ;)

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